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Desventura

6 de setembro de 2013

O seguir sem descanso

deixa fracos até os ossos

mata o espírito manso,

me reduz a menos que posso.

 

A frustração da procura

sem nunca encontrar,

revela a cruel desventura

de se viver neste lugar.

 

Felicidade, visitante ingrata,

tantas vezes convidada,

manda apenas flores e uma carta,

mas posso ouvir sua risada.

 

Uma alegria efêmera e triste

que morre antes de adoecer.

Acredito que a Felicidade insiste

em dar esperança e desaparecer.

 

Raphael Granucci Pequeno

 

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