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Filho pródigo

12 de maio de 2013

E então volta

como se o passado não existisse.

Diz se arrepender,

como o filho pródigo também disse.

 

Dou as boas vindas

preparando-me para sua ida.

Com medo de entregar tudo,

ficando sem nada na sua partida.

 

Mas me arrisco,

mais uma vez em nome do amor.

Quando já vulnerável,

peço que nunca me deixe, por favor.

 

Vem para provar

meus beijos e minha comida.

Vem com as botas sujas

contaminando a minha vida.

 

Até desarrumo suas malas

quando diz que não vai embora.

Mas cada beijo tem gosto de adeus,

gosto amargo sentido outrora.

 

Raphael Granucci Pequeno

 

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