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Maçante

11 de março de 2013

Peito que respira fundo

cansado meias-verdades

para suportar o peso

de inteira saudade.

 

Dúvidas que não são nunca

respondidas ou sequer perguntadas

pelo medo de em meio a tudo

acabar ficando sem nada.

 

E só mesmo o amor

para fazer tanto com tão pouco.

Cria arte, beleza e dor,

preenchendo o que era oco.

 

Ilusões já estão desfeitas

mas respiram para manter unido

aquilo que já é quase morto,

aquele sonho abortado e falido.

 

O doce do início é trocado

pelo amargo de um fim.

O tempo curará a mágoa

de nunca ter ouvido um “sim”.

 

Raphael Granucci Pequeno

 

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