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Recusa da Lua

22 de janeiro de 2013

A Lua fechou os olhos

para não ver a vergonha.

Nossa musa madrinha,

agora chora tristonha.

 

Padroeira de amores proibidos,

iluminava nossas noites de amor.

Hoje, entre nuvens e chuva,

não veio exibir seu esplendor.

 

Ah, se pudesse também me recusar

a ver o que viramos nós dois.

Queria apenas ficar com o começo

e não com o que nos tornamos depois.

 

Mas já amanhece, e a Lua se vai.

Ficamos nós dois, agora separados.

Nunca estaremos sozinhos, disso eu sei,

mas é triste cada um indo para um lado.

 

Raphael Granucci Pequeno

 

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