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Rio de Janeiro

21 de novembro de 2012

Rio, terra, areia e mar

de poetas e atletas

que tanto fazem declamar

 

Suas belezas,

natureza.

Em seus braços aceito morrer,

mas morte não combina com o Rio,

que me faz tanto querer viver.

 

E a criança ali na rua,

pedindo esmola

a uma dama semi-nua

não está na escola.

 

Mas pra que perder tempo com o trivial?

Quero me acabar em seu carnaval.

 

Sambar em Copacabana e Ipanema,

encontrar um falso amor

numa praia pequena

no Arpoador.

 

Rio, meu lindo Rio,

encha com suas belezas o meu vazio.

 

Raphael Granucci Pequeno

 

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