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Invisível

14 de setembro de 2012

Um perfume que não é

sentido por ninguém.

Horas em frente ao espelho,

esperando ser visto por alguém.

 

E aquela roupa que vestiu,

o cabelo que penteou,

terão sido em vão.

Ninguém o olhou.

 

Ele deitará sua cabeça no travesseiro

querendo esquecer este dia.

Rezará para amanhã ser melhor,

terminar desse jeito era o que temia.

 

Aguentar a si mesmo é triste

quando o que lhe resta é a solidão,

mesmo belo, perfumado, arrumado,

o que ele quer é uma paixão.

 

Raphael Granucci Pequeno

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