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Paixão agridoce

11 de setembro de 2012

Não quero viver no conforto

de carícias e palavras belas.

Quero o bem, mas também o mal

sem nos trancarmos na mesma cela.

 

Quero crescer na adversidade

testando minha força pelo caminho.

Cruzar a chegada com o suor

pingando no rosto, mas nunca sozinho.

 

Mas como seguir se só eu sofro?

Não posso ser a cura de quem me faz mal.

Se me quiser, precisará mudar um pouco

pois se me tem amor, me trate com o tal.

 

Trocar a orgia pela minha companhia

e as ruas frias pela minha cama.

O cansaço da luta de todos os dias

descansa no braço de quem se ama.

 

Raphael Granucci Pequeno

 

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