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O Rei está morto.

18 de junho de 2012

Estou farto de entregar amor

para quem não sabe o que deseja.

Um dia, já foi como a sensação de um doce licor

mas algo duradouro é o que meu coração almeja.

 

Tem que me fazer chegar

a um lugar que eu não alcançaria sozinho.

Não pode a cada passo me negar

e procurar perdão com um mísero carinho.

 

Não busco apenas todo o seu calor,

quero abraços e beijos sem fim.

Tem que me amar causando tremor

mesmo quando não está dentro de mim.

 

Fazer-me sentir único e especial

entre todos os amantes do presente e passado.

Não quero desfilar no seu carnaval

como um personagem tolo e apaixonado.

 

Não poderia cruzar o mundo,

se por mim você não dobra a esquina.

Enquanto for tratado como segundo,

você não pode ser minha nicotina.

 

 

Raphael Granucci Pequeno

2 comentários

  1. Just luv your posts…


  2. Muito bonito o poema Rapha! Gosto da sonoridade dele!



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