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[Poema] Desabafo de quem já não se importa.

4 de abril de 2011

Pode levar tudo.

Roube o que eu tenho.

Achei que havia lhe entregue o mundo,

Porque do Universo me abstenho

Apenas para que você viva

Desse jeitinho que você deseja.

Minha felicidade é regenerativa

Enquanto a sua fraqueja

Ao me ver de um jeito diferente.

Por não ser igual, serei punido

Só porque sua cabeça é doente

E seu sexo, comedido,

Escondido, disfarçado.

Porém, vivo para mim.

Deixe-me machucado

E serei feliz, mesmo assim,

Porque não me escondo.

Ao contrário de você,

Pelos meus atos eu respondo.

Enquanto você só faz dizer…

 

(Raphael Granucci Pequeno)

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